Com nova expografia e temática inédita, a mostra reúne mais de 60 obras em espaços como O Ateliê
da Resistência e Cartas para o Futuro, em cartaz de 26 de agosto a 22 de novembro na Unidade
Salvador recebe uma versão inédita de Meu Brasil Interior. A exposição dedicada à obra da
artista popular alagoana Roxinha Lisboa chega à CAIXA Cultural Salvador, Unidade Carlos
Gomes com nova curadoria, nova expografia e uma temática que não existia nas edições
anteriores: Mãos que Tecem o Futuro. O vernissage acontece terça-feira, 25 de agosto, às
19h, com entrada franca.
A curadoria de Jinny Lim propõe um deslocamento de olhar: sai da paisagem e entra no
trabalho. Mãos que Tecem o Futuro investiga as mãos de Roxinha Lisboa, as mesmas que
pintam, trabalham, criam e sustentam a casa. O feminino, o ofício e a
transformação social ganham corpo narrativo em espaços concebidos especialmente para
esta edição, como O Ateliê da Resistência e Cartas para o Futuro.
“Convidamos o público para o vernissage do vibrante roteiro Mãos que Tecem o Futuro, em
celebração à força da mulher na verdadeira essência do seu ofício. As obras de Roxinha Lisboa
estão no centro deste espaço intimista, onde a reflexão sobre o trabalho e o feminino são
ferramentas de transformação social.”
— Jinny Lim, curadora
Autodidata, Maria José Lisboa da Cruz, a Roxinha, nasceu em Lagoa de Pedra, no sertão
de Alagoas, onde vive até hoje. Trabalhou em diferentes ofícios antes de se reconhecer
como artista. Começou a pintar na maturidade, inspirada pela filha, e encontrou na arte
popular uma forma de registrar lembranças, afetos e o cotidiano sertanejo.
“Minhas mãos sempre souberam fazer. Antes de pintar, elas já carregavam o mundo. Quando
descobri a pintura, entendi que era a mesma coisa — só que agora com cor.” — Roxinha Lisboa,
artista
Meu Brasil Interior integra uma das maiores ações de difusão de arte popular já realizadas
pela CAIXA Cultural — uma itinerância por 7 capitais brasileiras que passou por Recife
(setembro a novembro de 2025) e por Fortaleza (março a maio de 2026), somando mais de
100 mil visitantes. Salvador marca uma virada: é a primeira etapa concebida a partir de uma
nova curadoria e expografia. O que o público baiano encontrará vai ser inédito.
A mostra investe em recursos de acessibilidade como parte da experiência: cada obra conta
com audiodescrição narrada na voz da própria Roxinha, recriada com apoio de inteligência
artificial e acessível via QR Code. O espaço oferece ainda descrições em braille,
abafadores de ruído e visita mediada com tradução em Libras.
A exposição abre ao público na quarta-feira, 26 de agosto, às 9h, e pode ser visitada de
terça a domingo, das 9h às 18h, até o encerramento em 22 de novembro de 2026. A
entrada é franca e a classificação é livre.
SERVIÇO
Coletiva de imprensa: 25 de agosto de 2026, às 17h30
Vernissage: 25 de agosto de 2026, às 19h
Abertura ao público: 26 de agosto de 2026, às 9h
Visitação: Terça a domingo, das 9h às 18h
Encerramento: 22 de novembro de 2026
Local: CAIXA Cultural Salvador — Unidade Carlos Gomes Rua Carlos Gomes, 57, Centro,
Salvador (BA)
Telefone: (71) 3421-4200
Entrada: Franca | Classificação: Livre
Informações: meubrasilinterior.com.br | @meubrasilinterior | @caixacultural salvador
Patrocínio: CAIXA
Realização: Orb Cultural
SOBRE ROXINHA LISBOA
Maria José Lisboa da Cruz, a Roxinha, nasceu em Lagoa de Pedra, no sertão de Alagoas,
onde vive até hoje. Autodidata, começou a pintar na maturidade, ao lado do marido
Domingos Lisboa. Sua produção retrata o cotidiano do sertão nordestino — casas coloridas,
festas populares, encontros e memórias da infância — e é reconhecida como uma das
expressões mais vibrantes da arte naïf contemporânea brasileira.
SOBRE O PROGRAMA CAIXA CULTURAL APRESENTA
O programa CAIXA Cultural Apresenta viabiliza projetos culturais de grande alcance em
todo o Brasil, com foco na democratização do acesso à arte e na valorização de expressões
culturais brasileiras. A edição Salvador de Meu Brasil Interior é realizada com patrocínio da
CAIXA.

